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sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Big Brother subornado.


Segundo matéria do site Na Telinha do portal UOL, um dos candidatos ao Big Brother Brasil 10 tentou subornar a produção para participar do reality show.


Boninho, o diretor do programa, fez questão de deixar claro na página do BBB que além de crime, tentar achar um atalho é uma furada.


E ainda complementou que para participar do programa tem que jogar as regras de forma limpa e as claras.


Meu amigo, se não for bombado, idiota ou for uma gostosa que quer sair na Playboy, esquece!

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Poder Global

Segundo reportagem do Jornalista Ricardo Feltrin, que edita a coluna Ooops! do portal UOL, a Rede Globo de Televisão está fazendo o possível para impedir que o atacante Ronaldo do Corinthians, não faça propaganda para seu rival, o SBT.

Isto porque o contrato de publicidade assinado pelo atacante através do Corinthians, prevê que além das estampas na camiseta do jogador, ele deverá fazer um comercial para uma das empresas do grupo Silvio Santos, a qual deverá ser o SBT.

Nos últimos jogos inclusive o enquadramente das câmeras da Globo durante as entrevistas coletivas tem excluído as logomarcas das empresas Silvio Santos. Acho que se os jogadores pintarem a logomarca no rosto, a Globo deverá mostrar só um áudio com uma foto do jogador.

Resultado, Ronaldo está fora de pauta na Globo, ou seja, até que a Globo reassuma o comando, Ronaldo deverá ficar na geladeira e não estranhe se nos próximos jogos ele for criticado pelos comentaristas, ser chamado de gordo e entrar no Bola Murcha do totalmente sem graça Tadeu Schimdt. O que não me soará nada estranho é se o povão começar a falar a mesma coisa, porque tudo que passa na televisão o povão copia.


Como eu não assisto a Globo faz muito tempo, somente flashs durante alguns zaps, acompanharei o resultado deste embate pela internet.


Fonte: Portal UOL.

Imagens: Google.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Perdido pela quarta vez.


A quarta temporada do seriado mais complexo dos últimos anos chegou ao fim, pelo menos para mim, que vive de locadora (sim eu sou idiota, não faço downloads, nem compro DVD’s pirata). Algumas poucas respostas, outras pistas espalhadas e muitas perguntas como sempre.

Ficamos sabendo como os sobreviventes deixaram a ilha, perdemos mais alguns personagens queridos, conhecemos outros personagens suspeitos e assistimos a volta dos que não foram.

Esta temporada foi mais curta devido a greve dos roteiristas ocorrida em 2007 nos Estados Unidos, mas foi bem produzida e não perdeu a costumeira qualidade, apresentando doses de suspense, ação e humor na medida certa.

Agora é controlar a ansiedade e aguardar a quinta e penúltima temporada da série mais cultuada da televisão desde Arquivo X, nos longínquos anos 90.

Imagens: Google.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Perdido, Heróico e Condenado.


Acabei de assistir a terceira temporada de Lost e continuamos todos perdidos. Eu sei, eu sei, isso é assunto velho porque a a quinta temporada está sendo exibida na TV a Cabo e a quarta temporada passou este ano na Rede "Grobo", mas fazer o que? Eu sou pobre para caramba e só consegui assistir agora.

A temporada começa meio devagar, mas vai esquentando depois do sétimo episódio, quando ficamos sabendo mais alguma coisa sobre os outros. Aliás, nesta temporada, ficamos sabendo que a Sun não é santinha, que o Desmond pode ver o futuro, que dois personagens principais morreram, como Locke ficou paralítico, como Benjamin Linus foi parar na ilha e se tornou líder dos outros e principalmente, que o Rodrigo Santoro só participou desta temporada porque tinha fotos comprometedoras dos produtores, que foram resgatadas e ele foi morto logo depois, no episódio quatorze.

Para os aficionados em quadrinhos, não deixem de assistir o oitavo episódio, Flashes Before Your Eyes. Tem muitas similaridades com o capítulo cinco de Watchmen, a seminal obra de Alan Moore e Dave Gibbons, que virou filme recentemente e foi relançada em março em duas versões, uma mais requenguela para os pobres e outra luxuosa para os mais abastados, pela Editora Panini Comics.

Enfim, estou louco para ver a quarta temporada, porque o último episódio termina daquele jeito que deixa a gente p. da vida.

Assisti também a primeira temporada de Heroes. Muito legal, principalmente pelo delicioso personagem de Masi Oka, Hiro Nakamura, o verdadeiro herói da história toda, tanto pela pureza de espírito, quanto pela coragem adquirida nos momentos decisivos.

O único defeito da série e que ela resolve todas as pontas soltas deixadas durante os 23 episódios e não gera um grande suspense para a segunda temporada. Existem algumas pontas soltas, porém não são tão impactantes quanto as de Lost.

Outra série que acompanhei e pela qual estou louco para continuar assistindo é Prison Break. Tive a felicidade de assistir em DVD as duas primeiras temporadas, transmitidas de madrugada pela Rede Globo neste ano. É uma série muito inteligente, bem produzida, com personagens carismáticos e que parecia ter um mote frágil. Pense bem, um cara comete um crime, somente para entrar na prisão com um plano para libertar seu irmão condenado a morte. Na cabeça de algum produtor mequetrefe, teria durado apenas uma temporada, mas a história é extrapolada na segunda temporada e promete novas revelações na terceira.

A locadora me aguarda, porque TV a cabo é igual aquele filme que o Tom Cruise estrelou com a Nicole Kidman, um sonho distante.



Imagens: Google.

terça-feira, 17 de junho de 2008

A dieta do palhaço brasileiro




Nunca fui muito fã de documentários, isso não quer dizer que nunca os tenha assistido, pelo contrário, alguns são melhores que muitos blockbuster’s que vemos por aí. Um exemplo é o filme “Super Size Me” de 2004, que aqui no Brasil saiu com o subtítulo “A Dieta do Palhaço”. O cineasta Morgan Spurlock propôs um desafio, comer trinta dias seguidos somente no McDonald’s, três refeições diárias, inclusive café da manhã, e verificar o que acontece com a sua saúde. Paralelamente ele traça um perfil da obesidade nos EUA, considerada uma epidemia no país do fast food. Com muita ironia e sarcasmo, Spurlock quase morre tentando provar sua tese, a qual todo mundo já conhece, os fast foods são responsáveis pela obesidade de muitos dos cidadãos norte-americanos.

Muitos criticaram a opção de Spurlock pelo tema que a maioria da população conhece, porém diferente dos documentaristas polêmicos, estilo Michael Moore, ele sente na carne o sofrimento que este tipo de alimentação pode causar.

Assistindo ao CQC – Custe o que Custar desta semana (não deixe de entrar em http://www.cqcnocongresso.com.br/), vi um Super Size Me ao contrário. O apresentador Rafinha Bastos tentou viver um mês com o que é comumente chamado de cesta básica, ou seja, a quantidade de alimento que um salário mínimo consegue comprar para sustento de uma família inteira.

Enquanto o documentarista americano, engordou, teve taxas de colesterol elevadas, problemas no fígado, coração e rins, o nosso bravo brasileiro, perdeu 8 quilos, teve insônia, dores de cabeça e quase desmaiou várias vezes.

Os dois sofreram na pele o que todos sabem de cor, comer um mês no McDonald’s e viver com o que um salário mínimo pode comprar não faz bem para a saúde. A diferença é que no primeiro caso, a pessoa tem a opção de comer menos e no segundo a pessoa muitas vezes não tem a opção de comer mais.

Pelo menos passar privações pode gerar algumas conseqüências desagradáveis, mas comer demais comidas que não são saudáveis pode matar mais rápido. O ideal seria a distribuição equilibrada de toda essa alimentação para todos os habitantes do mundo. O que vemos é muita gente com muitas opções no hemisfério norte, enquanto que no sul, famílias morrem de fome e crianças crescem subnutridas, comprometendo seu futuro e o do seu país. Por isso projetos como o Renda Mínima e o Bolsa Família, que conciliam alimentação e educação são muito importantes. É uma pena que nem os beneficiados e nem os benfeitores estão preparados para usufruir dos resultados, vide a quantidade de escândalos que sempre rondam a distribuição destes recursos.